Uma vida dedicada a entender como as pessoas se fazem entender.

Diretor de teatro, advogado, crítico e pesquisador da linguagem: Leonardo Talarico construiu, ao longo de mais de vinte anos, um olhar único sobre presença e comunicação.

Leonardo Talarico, diretor de teatro, advogado e mentor de comunicação

Antes de orientar executivos e profissionais liberais, Leonardo Talarico dirigiu atores. Fundador, em 2009, no Rio de Janeiro, da Companhia Teatral Os Insubmissos, assinou montagens marcadas pela pesquisa estética e pelo aprofundamento dramatúrgico: entre elas, um espetáculo que permaneceu dois anos em cartaz no Brasil e "Amor e Ódio em Sonata" (2012), drama biográfico sobre Liev Tolstói inspirado na novela "A Sonata a Kreutzer", endossado por Vladimir Tolstói, bisneto do escritor russo e assessor do presidente Vladimir Putin. Escreveu e dirigiu também "Léo e Bia", com texto e trilha sonora de Oswaldo Montenegro, em cartaz desde 2017 no Teatro Fashion Mall, no Rio de Janeiro. Formado em Direito, atua também como crítico de teatro e cinema, é sócio do jornal A Cena e membro da Academia Brasileira de Cinema. Essa combinação pouco comum (palco, tribunal e crítica) moldou uma leitura da comunicação que vai além da retórica: a de que presença se constrói tanto quanto se argumenta, e que influenciar alguém exige tanto técnica cênica quanto raciocínio jurídico.

O palco muda. O princípio, não.

Ao longo dos anos, empresários, advogados, executivos e educadores passaram a procurar o mesmo olhar que antes era exclusivo dos atores.

Dirigir um ator é ensiná-lo a ocupar um espaço com verdade diante de uma plateia que pode não perdoar hesitação. Foi essa exigência, refinada ao longo de mais de duas décadas de teatro, que Leonardo Talarico passou a aplicar a profissionais que enfrentam sua própria versão de palco: uma sala de reunião, um tribunal, uma negociação, uma live. Dessa prática nasceu o Esclarecimento Contínuo, metodologia que sintetiza décadas de pesquisa sobre comportamento, expressão, escuta e performance, tratando a comunicação como competência estratégica, não como talento de nascença.

Conhecer o Esclarecimento Contínuo